O risco humano é partilhado. E a tua abordagem?
O risco cibernético relacionado com as pessoas não é da responsabilidade de uma única equipa
O risco cibernético humano abrange toda a organização. A equipa de segurança gere o risco cibernético, os RH moldam o comportamento dos colaboradores e a cultura da empresa, a equipa de TI protege os sistemas e o acesso, enquanto a liderança define as prioridades e os recursos do negócio.
Cada função influencia o risco de uma forma diferente, mas a responsabilidade nem sempre é partilhada ou bem compreendida. Equipas diferentes trabalham com objetivos diferentes, medem resultados diferentes e equilibram prioridades concorrentes, o que torna difícil construir uma visão integrada do risco cibernético humano.
O nosso mais recente infográfico explora a lacuna no alinhamento dos riscos humanos e revela:
- Por que é que o risco cibernético humano exige uma responsabilidade partilhada por toda a organização
- Quando o alinhamento e a responsabilização entre funções falham
- Como a falta de responsabilidade comum leva a decisões desconexas
- Porque é que só 24% das organizações adotam uma abordagem madura e integrada à gestão do risco humano
- Como é que as organizações podem criar uma abordagem mais coordenada para reduzir o risco cibernético humano


Vai além do infográfico
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Risco cibernético humano
A «Lacuna de Alinhamento do Risco Humano» é uma das principais conclusões do nosso mais recente estudo «Repensar o Risco Cibernético Humano» .
Com base nas perspetivas de 200 CISOs do Reino Unido, França, Alemanha e Suécia, a investigação explora por que razão o risco cibernético humano continua a ser difícil de gerir quando a responsabilidade está repartida entre as equipas de Segurança, RH, TI, Conformidade e a liderança.
Descobre as barreiras que impedem um maior alinhamento interfuncional, porque é que os relatórios atuais sobre o risco humano muitas vezes não contribuem para uma melhor tomada de decisões e como as organizações podem avançar para uma responsabilidade partilhada, métricas mais claras e uma abordagem mais integrada à gestão do risco cibernético humano.
